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mitos produções

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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

olha ai os mineiro

Três paulistas querendo contar vantagem pro mineirim :
1º.. paulista: - Eu tenho muito dinheiro... Vou comprar o Citibank!
2º. paulista: - Eu sou muito rico... Comprarei a Fiat Automoveis
3º. paulista: - Eu sou um magnata... Vou comprar a Usiminas
E os três ficam esperando o quê o mineiro vai falar.
O minerim da uma pitada nu cigarro de paia, ingole a saliva...
faz uma "parza"... e diz:
- Num vendo uai...

MINEIRIM NO RIDIJANEIRO

Um mineirim tava no Ridijaneiro, bismado cas praia, pé discarço, sem camisa, caquele carção samba canção, sem cueca pur dibacho.
Os cariocas zombano, contano piada de mineiro. Alheio a tudo, o mineirim olhou pro marzão e num se güentô: correu a toda velocidade e deu um mergúio, deu cambaióta, pegô jacaré e tudo mais.
Quando saiu, o carção de ticido finim tava transparente e grudadim na pele.
Tudu mundo na praia tava oiano pro tamanho do "amigão" que o mineirim tinha.
O bicho ia até pertim do juêio...A turma nunca tinha visto coisa igual. As
muié cum sorrisão, os homi roxo dinveja, só tinham olhos pro bicho.
O mineirim intão percebeu a situação, ficou todo envergonhado e gritou:
-Qui qui foi, uai? Seus bobãom... vão dizê qui quando oceis pula na agua fria, o pintim doceis num incói tamém...?

UAI SÔ

Um mineirinho bom de cama, passando por New York, pega uma americana e parte para os finalmentes.
Durante a relação, a americana fica louca e começa a gritar:
- Once more, once more, once more
(Traduzindo: Mais uma vez )
E o mineirinho responde desesperado:
- Beozonte, Beozonte, Beozonte.....

NO BOTECO

O mineirinho entra num boteco e vê anunciado acima do balcão:
Pinga______________________ R$ 1,00
Cerveja_____________________ R$ 2,50
Pão de queijo________________ R$ 2,00
Sanduíche de galinha__________ R$ 3,00
Acariciar órgão sexual _________ R$ 5,00

Checando a carteira para não passar vergonha, ele vai até o balcão e chama
uma das três garotas que ali estão servindo:
- Ô moça, faiz favor.
- Sim! Em que posso ajudar? - responde ela com um sorriso lindo.
- É ocê que acaricia os órgão sexuar dos freguêis?
- Sou eu mesma! - responde ela, com voz 'caliente' e um olhar bem sensual.
- Então, ocê lava bem as mão, que eu quero um pão de quejo.

O velhinho mineiro

O velhinho, mineiro de Berlandia, está no hospital, nas últimas.....
O padre está ao seu lado para dar-lhe a extrema-unção.
Ele lhe diz ao ouvido:
- Antes de morrer, reafirme a sua fé em nosso Senhor Jesus Cristo e renegue
o Demônio.
Mas o velhinho fica quieto..
Ao que o padre insiste:
- Antes de morrer, reafirme a sua fé em nosso Senhor Jesus Cristo e renegue o Demônio.
E o velhinho..... nada.
Então o padre pergunta:
- Por que é que o senhor não quer renegar o Demônio?
O velhinho responde:
- Enquanto eu num soubé pronde vou, num quero ficá de mar cum ninguém!

enterro do pai da loira

"O enterro do pai da Loira..."
>
> O pai da loira morreu.
> A amiga da loira, Ana Claudia, foi chamada para ajudar a cuidar dos
> preparativos.
> - Patrícia, seu pai não pode ser enterrado com esta roupa. Vá comprar um
> terno para ele.
> - Amiga, eu não tenho dinheiro!
> - Não tem importância. Eu pago.
> E lá se foi a loira em busca de um terno para enterrar seu genitor.
> Feito isto, após o enterro, ela procurou a amiga:
> - Preciso de dinheiro para pagar o terno.
> - Quanto é ?
> - Duzentos reais.
> Ela deu o dinheiro como prometeu.
> Passou um mês e a loira a procurou novamente.
> - Preciso de dinheiro para pagar o terno.
> - Quanto é ?
> - Duzentos reais.
> Por ter prometido, a amiga não questionou e deu a grana.
> Mais um mês se foi e a loira voltou a procurar a amiga.
> - Preciso de dinheiro para pagar o terno.
> - Patrícia, em quantas prestações você comprou este terno?
> - Nenhuma... é que o terno era muito caro, então ao invés de comprar, eu
> aluguei!
>

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Mamae morreu

O Juvenal tava desempregado há meses.
> >
> >
> >
> > Com a resistência que só os brasileiros têm o Juvenal foi tentar mais
> > um emprego em mais uma entrevista.
> >
> >
> >
> > Ao chegar ao escritório, o entrevistador observou que o candidato
> > tinha exatamente o perfil desejado, as virtudes ideais e lhe
> > perguntou:
> >
> >
> >
> > - Qual foi seu último salário?
> >
> >
> >
> > - 'Salário mínimo', respondeu Juvenal.
> >
> >
> >
> > - Pois se o Senhor for contratado, ganhará 10 mil dólares por mês!
> >
> >
> >
> > - Jura?
> >
> >
> >
> > - Que carro o Senhor tem?
> >
> >
> >
> > - Na verdade, agora eu só tenho um carrinho pra vender pipoca na rua e
> > um carrinho de mão!
> >
> >
> >
> > - Pois se o senhor trabalhar conosco ganhará um Audi para você e uma
> > BMW para sua esposa! Tudo zero!
> >
> >
> >
> > - Jura?
> >
> >
> >
> > - O senhor viaja muito para o exterior?
> >
> >
> >
> > - O mais longe que fui foi pra Belo Horizonte, visitar uns parentes...
> >
> >
> >
> > - Pois se o senhor trabalhar aqui viajará pelo menos 10 vezes por ano,
> >
> > para Londres, Paris, Roma, Mônaco, Nova Iorque, etc.
> >
> >
> >
> > - Jura?
> >
> >
> >
> > - E lhe digo mais... O emprego é quase seu. Só não lhe confirmo agora
> > porque tenho que falar com meu gerente. Mas é praticamente garantido.
> > Se até amanhã
> >
> > (6ª feira) à meia-noite o senhor NÃO receber um telegrama nosso
> > cancelando, pode vir trabalhar na segunda-feira com todas essas
> > regalias que eu citei.
> >
> > Então já sabe: se NÃO receber telegrama cancelando até à meia-noite de
> > amanhã, o emprego é seu!
> >
> >
> >
> > Juvenal saiu do escritório radiante.
> >
> >
> >
> > Agora era só esperar até a meia-noite da 6ª feira e rezar para que não
> > aparecesse nenhum maldito telegrama.
> >
> >
> >
> > Sexta-feira mais feliz não poderia haver.
> >
> >
> >
> > E Juvenal reuniu a família e contou as boas novas.
> >
> >
> >
> > Convocou o bairro todo para uma churrascada comemorativa à base de muita música.
> >
> >
> >
> > Sexta de tarde já tinha um barril de chope aberto.
> >
> >
> >
> > Às 9 horas da noite a festa fervia.
> >
> >
> >
> > A banda tocava, o povo dançava, a bebida rolava solta.
> >
> >
> >
> > Dez horas, e a mulher de Juvenal aflita, achava tudo um exagero..
> >
> >
> >
> > A vizinha gostosa, interesseira, já se jogava pro lado do Juvenal.
> >
> >
> >
> > E a banda tocava!
> >
> >
> >
> > E o chope gelado rolava!
> >
> >
> >
> > O povo dançava!
> >
> >
> >
> > Onze horas, Juvenal já era o rei do bairro.
> >
> >
> >
> > Gastara horrores para o bairro encher a pança.
> >
> >
> >
> > Tudo por conta do primeiro salário.
> >
> >
> >
> > E a mulher resignada, meio aflita, meio alegre, meio boba, meio assustada.
> >
> >
> >
> > Às onze horas e cinqüenta e cinco minutos... Vira na esquina buzinando
> >
> > feito louco, um cara numa motoca amarela...

> > Era do Correio!

> > A festa parou!

> > A banda calou!

> > A tuba engasgou!

> > Um bêbado arrotou!

> > Uma velha peidou!

> > Um cachorro uivou!

> > Meu Deus, e agora? Quem pagaria a conta da festa?

> > - Coitado do Juvenal! Era a frase mais ouvida.

> > - Joguem água na churrasqueira!

> > O chope esquentou!

> > A mulher do Juvenal desmaiou!

> > A motoca parou!

> > O cara desceu e se dirigiu ao Juvenal:

> > - Senhor Juvenal Batista Romano Barbieri?

> > - Si, si, sim, so, so, sou eu...

> > A multidão não resistiu...
> >
> >
> >
> > OOOOOHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!

> > E o cara da motoca:
> > - Telegrama para o senhor...
> > Juvenal não acreditava...

> > Pegou o telegrama, com os olhos cheios d'água, ergueu a cabeça e olhou
> > para todos.
> > Silêncio total.>
> > Não se ouvia sequer uma mosca!
> > Juvenal respirou fundo e abriu o envelope do telegrama tremendo,
> > enquanto uma lágrima rolava, molhando o telegrama.
> > Olhou de novo para o povo e a consternação era geral.
> > Tirou o telegrama do envelope, abriu e começou a ler.
> > O povo em silêncio aguardava a notícia e se perguntava:
> > - E agora? Quem vai pagar essa festa toda?
> > Juvenal recomeçou a ler, levantou
> > os olhos e olhou mais uma vez para o povo que o encarava...
> > Então, Juvenal abriu um largo sorriso, deu um berro triunfal e começou
> > a gritar eufórico.
> > - Mamãe morreeeeuuu! -Mamãe morreeeeuuu!!!!!!!

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Freira Flameguista


Uma freira faz sinal para um táxi parar. Ela entra e o taxista não pára de olhar para ela:

- Por que você me olha assim?
Ele explica:
- Tenho uma coisa para lhe pedir, mas não quero que fique ofendida...
Ela responde:
- Meu filho, sou freira há muito tempo e já vi e ouvi de tudo. Com certeza não há nada que você possa me dizer ou pedir que eu ache ofensivo.
- Sabe, é que eu sempre tive na cabeça uma fantasia de ser beijado na boca por uma freira...
A freira:
- Bem, vamos ver o que é que eu posso fazer por você: primeiro, você tem que ser solteiro, FLAMENGUISTA e também católico.
O taxista fica entusiasmado:
- Sim, sou solteiro, FLAMENGUISTA desde criancinha e até sou católico também!
A freira olha pela janela do táxi e diz:
- Então, pare o carro ali na próxima travessa.
O carro para na travessa e a freira satisfaz a velha fantasia do taxista
com um belo beijo na boca daqueles de cinema .
Mas, quando continuam para o destino, o taxista começa a chorar:
- Meu filho - diz a freira - Porque é que está chorando?
- Perdoe-me Irmã, mas confesso que menti: sou casado, VASCAINO e sou evangélico.

A freira conforta-o:

- Deixa pra lá!!!! Estou a caminho de uma festa a fantasia, sou travesti, me chamo Alfredo e torço pro São Paulo!

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

leia ate o final

ASSALTO
- Alô? Quem tá falando?
- Aqui é o ladrão.
- Desculpe, a telefonista deve ter se enganado, eu não queria falar com o dono do banco. Tem algum funcionário aí?
- Não, os funcionário tá tudo refém.
- Há, eu entendo. Afinal, eles trabalham quatorze horas por dia, ganham um salário ridículo, vivem levando esporro, mas não pedem demissão porque não encontram outro emprego, né? Vida difícil... Mas será que eu não poderia dar uma palavrinha com um deles?
- Impossível. Eles tá tudo amordaçado.
- Foi o que pensei. Gestão moderna, né? Se fizerem qualquer crítica, vão pro olho da rua. Não haverá, então, algum chefe por aí?
- Claro que não mermão. Quanta inguinorânça! O chefe tá na cadeia, que é o lugar mais seguro pra se comandar assalto!
- Bom... Sabe o que é? Eu tenho uma conta...
- Tamo levando tudo, ô bacana. O saldo da tua conta é zero!
- Não, isso eu já sabia. Eu sou professor! O que eu queria mesmo era uma informação sobre juro.
- Companheiro, eu sou um ladrão pé-de-chinelo. Meu negócio é pequeno. Assalto a banco, vez ou outra um sequestro.. Pra saber de juro é melhor tu ligá pra Brasília.
- Sei, sei. O senhor tá na informalidade, né? Também, com o preço que tão cobrando por um voto hoje em dia... Mas , será que não podia fazer um favor pra mim? É que eu atrasei o pagamento do cartão e queria saber quanto vou pagar de taxa.
- Tu tá pensando que eu tô brincando? Isso é um assalto!
- Longe de mim pensar que o senhor está de brincadeira! Que é um assalto eu sei perfeitamente; ninguém no mundo cobra os juros que cobram no Brasil. Mas queria saber o número preciso: seis por cento, sete por cento?
- Eu acho que tu não tá entendendo, ô mané. Sou assaltante. Trabalho na base da intimidação e da chantagem, saca?
-Ah, já tava esperando. Você vai querer vender um seguro de vida ou um título de capitalização, né?
- Não... Já falei... Eu sou... Peraí bacana... Hoje eu tô bonzinho e vou quebrar o teu galho.
(...um minuto depois)
- Alô? O sujeito aqui tá dizendo que é oito por cento ao mês.
- Puxa, que incrível!
- Incrive por quê? Tu achava que era menos?
- Não, achava que era mais ou menos isso mesmo. Tô impressionado é que, pela primeira vez na vida, eu consegui obter uma informação de uma empresa prestadora de serviço pelo telefone em menos de meia hora e sem ouvir 'Pour Elise'.
- Quer saber? Fui com a tua cara. Acabei de dar umas bordoadas no
gerente e ele falou que vai te dar um desconto. Só vai te cobrar quatro por cento, tá ligado?
- Não acredito! E eu não vou ter que comprar nenhum produto do banco?
- Nadica de nada, já tá tudo acertado!
- Muito obrigado, meu senhor. Nunca fui tratado dessa...
(de repente, ouvem-se tiros e gritos)
- Ih, sujou! Puliça!
- Polícia? Que polícia? Alô? Alô?
(sinal de ocupado...)
- Droga! Maldito Estado: quando o negócio começa a funcionar, entra o Governo e estraga tudo!

Luís Fernando Veríssimo

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Hi Jack

o poder do hi!!!!!!!!

GRANDE IDÉIA...

Frase de um pecuarista

Eleita como a frase DA semana!

"Bom seria se um deputado pegasse Febre aftosa.

Aí... seríamos obrigados a sacrificar todo o rebanho!"